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Sustentabilidade e ODS/ONU


Entre muitas pautas, o meio ambiente é uma delas, dessas que requer nossa atenção e que parece estar escorrendo como areia entre nossos dedos.


Dia 5 de junho foi o dia internacional do meio ambiente, sem muito para comemorar, eu gostaria de destacar a importância da nossa saúde dentro desse contexto amplo do meio ambiente, as interações entre humanos, animais e inclusive na formação das cidades, na economia, alimentação e educação.


Para temor saúde é preciso muito mais que o acesso ao serviço de saúde.


Não sou a primeira pessoa e nem serei a última pessoa a falar sobre esse assunto com vocês. Em 2014 e 2015 um consórcio de países trabalho em uma agenda global de saúde e segurança o que ajudou a resultar na publicação, em 2016 dos OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL da ONU um planejamento com foco para 2030.




Na agenda temos esses 17 tópicos e o interessante é que são representados por um círculo, como representado na imagem no local da segunda letra “O” da palavra objetivos.


Apesar de muitos cientistas defenderem o tripé da Agricultura e alimentação, das organizações que cuidam da saúde dos animais e daquelas com foto na saúde humana; os ODS (como são apelidados esses objetivos de desenvolvimento sustentável) eles se interrelacionam de forma em mais abrangente e complexas que apenas esses três ítens do pilar.


A saúde e o bem estar fazem parte do terceiro ponto; mas para alcançar o bem estar saudável precisamos mesmo melhorar os outros 16 tópicos:

- erradicação da pobreza

  • combate a fome,

  • ter educação para ter noções inclusive de auto cuidado, aprender a não desperdiçar alimentos, energia, água, cuidar do solo.

  • Igualdade de gênero

  • Ter acesso e poder pagar por serviços de água potável, energia elétrica …


Quando eles publicaram esses objetivos, reconheciam que eram ambicioso e que mesmo iniciando em 2016, 2030 seria pouco tempo para mudar tudo isso no planeta.


Esse é um projeto muito bonito na teoria, feito por pessoas com ideais e com uma visão ampla de interação, de como cada sistema influencia no outro. Dentro da própria instituição você encontrará pessoas que te dizem que isso é só um ideal, que pouco acreditam que vão conseguir executar o proposto. O que mais me atrai nesse modelo é aplicar para o nosso cotidiano, quando planejamos junto a comunidade alguma ação, agora, em ano de campanha eleitoral, será que nossos candidatos a representantes conseguem ter um grau de compreensão tão detalhado sobre cada um desses elementos que influenciam a saúde, o bem estar e o desenvolvimento sustentável.

Ao mesmo tempo em que o ser humano vive no coletivo e quer estar incluído na sociedade, suas escolhas são muitas vezes realizadas de forma egoísta. Não tendenciosas, mas ingênuas.


Se você já participa de algum projeto comunitário, te convido a refletir sobre como vocês abordam cada um desses objetivos.

Se não participa de um projeto, faça o exercício sozinho: por exemplo: um buraco na calçada, na passagem pública pela cidade, isso é um problema que abrange muito mais que um desses ODS.

Acredito que você consiga identificar mais da metade dos conflitos de acordo com o ODS.

Um buraco na calçada:

  • demora mais para ser resolvido em regiões mais vulneráveis da cidade, dificulta o acesso e aumenta os riscos de queda e lesão ao pisar em falso. O buraco pode acumular água parada e facilitar para a proliferação da dengue. Buracos na rua desvalorizam a região e marginalizam ainda mais as pessoas. Enfim… sigam no exercício e quanto mais conseguirmos argumentar, melhor preparado estaremos para os questionamentos aos candidatos a deputados federais e estaduais, governadores e presidente.



Na falta de percepção dos gestores eleitos, na alienação em que eles tendem fazer suas escolhas, hoje as 14h terá a retomada do julgamento do rol taxativo da ANS no STJ, um outro problema limitado e que se aprovado limitará ainda mais o acesso a tratamentos para quem tem plano de saúde. Hoje o rol de procedimentos da Agência Nacional de Saúde (ANS) é exemplificativo mas a proposta é que ele torne taxativo todo que qualquer tratamento. Qualquer procedimento, terapia novo o plano de saude tem que oferecer aos seus pacientes, mas agora, quem tiver doença grave, doença nova (como a própria covid). O plano não teria responsabilidade a assumir os cuidados e tratamento das pessoa.

Pressionar pelas rede sociais #roltaxativonao








Nossa função como eleitor é testar mesmo, e vem quem reconhece nossos problemas locais e sistêmicos com um bom detalhamento.









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