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Histórias e Memórias - 10 anos Educa a dor

Apesar da empresa já ter seus 12 anos, e o método já ter alcançado a "maioridade"; em 2021 a clínica educa a dor completa 10 anos de um trabalho em equipe, nesse espaço na Rua Dep Antônio Edu Vieira, em Florianópolis.


Aproveito esse momento para relembrar e contar algumas memórias desse processo para chegar até a aqui.



- O método de educação em saúde e em dor -



Desde a apresentação dos primeiros resultados do meu doutorado, fui convidada, por centros de tratamento da dor, para ministrar o curso de formação no método que utilizei. Em 2005, formei a primeira turma de profissionais do Centre Hospitalier Universitaire de Sherbrooke (Canadá). Em 2008, o método permitiu ao meu grupo de pesquisa receber um grandioso investimento do governo canadense para a formação de profissionais no tratamento da dor. Desde então, o método é utilizado em centros de dor e centros de reabilitação no Quebeque.


De volta ao Brasil, fiz pequenos ajustes no método para adaptá-lo à nossa realidade sócio-cultural e ao sistema de saúde público-privado. Apliquei e explorei no Brasil com para o tratamento de pacientes, fibromialgia, dor lombar inespecífica, cefaleia do tipo tensional, espondilite anquilosante,...


Explorei o método para o atendimento em grupo e em formato individual. Reestruturei o curso. Escrevi o livro para garantir o embasamento teórico que para mim é tão importante. Avaliaram e aprovaram o livro três profissionais com atuação em dor (médica, psicóloga e fisioterapeuta) e uma pessoa que convive com dor persistente há quase 30 anos. Em 2020 o livro específico do método foi publicado, e o curso Estratégias para o tratamento da dor começa a ser disponibilizado em formato híbrido com aulas teóricas (assíncronas) e aulas multiprofissionais síncronas.










Quando decidi fazer meu estudo de doutorado fora do Brasil, decidi me dedicar aos meus maiores desafios para tratar os meus pacientes:

  • Como promover efeitos de melhora a longo prazo?

  • Como promover melhora na qualidade de vida de pacientes com dor crônica?

  • Será que pessoas que sofrem com fibromialgia serão sempre dependentes do fisioterapeuta?

  • Quanto os exercícios realmente ajudam na melhora da dor?


Com estes questionamentos, meu orientador Neurofisiologista Dr. Serge Marchand e meu co-orientador Psicólogo Dr. Jacques Charest me ajudaram a montar uma equipe multidisciplinar de pesquisadores e clínicos para estruturar a École Interactionnelle de Fibromyalgie.


Nossa equipe era de médicos da dor, nutricionista, enfermeira, psicopedagoga, psicóloga, fisioterapeuta, terapeuta ocupacional e médico de família e adaptamos o conteúdo científico em um modelo estruturado com etapas e objetivos definidos.


Porém, hoje com mais de 10 anos de experiência aplicando o método, percebo que a essência do sucesso está nas estratégias terapêuticas.


Dessa experiência científica e clínica coloquei-me a escrever o livro em 2019. O conteúdo fluiu tão bem que o livro pode ser publicado no início de 2020.


No curso e no livro trago muita experiência, exploro muitos exemplos e há uma co-construção com cada turma. A cada turma há novas formas de aplicar as estratégias de acordo com o contexto de cada um.

Um dos meus diferenciais está em minha extensa experiência como pesquisadora e na experiência clínica no tratamento da dor e da funcionalidade dos pacientes com dor no Canadá, na França, no Brasil seja no SUS, em clínica ou em consultório com atendimento particular.


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