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Educar a dor: me parecia pouco.

A dor limita além dos movimentos corporais, ela também limita sonhos, piora o humor, atrapalha o sono...

Quem, com uma coluna travada tem vontade de sair de casa?

Além da dificuldade de se movimentar, a pessoa ainda tem que lidar com os comentários (julgamentos ou soluções milagrosas e mirabolantes) dos outros.


Finalmente, percebi que educar a dor e ensinar aos meus pacientes como aliviar cada uma das suas dores, era pouco.


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Estimular a resiliência em quem vive com essa incapacidade invisível: a dor crônica.

Dar ferramentas para a pessoa poder reconstruir e ressignificar seus objetivos.

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Quem tem dor crônica, o que mais deseja é não ter mais dor.

Mas infelizmente, ainda não chegamos lá.


Sou uma constante questionadora, estudo, faço cursos, leio muito.... e compartilho com meus pacientes cada novo aprendizado teórico. Valido, inclusive com eles, quais protocolos eles teriam interesse em realizar os protocolos.


Indico outros profissionais! As vezes, também estudo tratamentos de outros profissionais - a pedido dos meus pacientes.


Quem tem dor crônica está sempre em busca de algo a mais para ajudar a aliviar a dor e a melhorar a qualidade de vida, qualidade de sono.

Por isso não podemos nos limitar a uma técnica, um método, uma profissão.


Por outro lado, sou só uma (risos), sou só fisioterapeuta e represento um pedacinho (bem dinâmico) do tratamento da dor.



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