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Dor nas costas

A dor nas costas é descrita por alguns como o "mal do século", uns justificam pelos nossos hábitos de vida sedentários e outros pela elevada prevalência, pois a grande maioria da população mundial terá um episódio de dor nas costas ao longo da sua vida adulta.

Sendo, ou não, "um mal do século", viver com dor não é normal e é preciso tratar essa(s) dor(es).


Com uma proposta educativa e investigadora, acreditamos que o primeiro passo é entender que existem vários tipos de dores nas costas, e precisamos entender qual é a sua para poder planejar o tratamento.

A dor nas costas precisa ser avaliada em vários fatores, entre eles

LOCALIZAÇÃO:
- pescoço (coluna cervical)
- costas, onde temos as costelas e as escápulas (omoplatas) (coluna torácica, também conhecida como coluna dorsal)
- parte de baixo das costas, na altura dos rins (coluna lombar)
- parte de baixo das costas, mas perto da bacia (coluna sacral; articulações sacroilíacas)
Mas atenção, em algumas pessoas a dor pode doer mais de uma dessas partes! Algumas pessoas descrevem a dor nas costas como se houvesse uma espécie de "rodízio"; por exemplo: as vezes dói o pescoço e depois dói a lombar...


CARACTERÍSTICA:
- dor em queimação
- dor em choque
- dor irradiada
- dor que penetra
- dor em agulhadas
˜- e muitos outros descritores podem nos ajudar a entender que tipo de dor a pessoa sente para poder diagnosticar e verificar quais estruturas do corpo estão acometidas. Conhecer melhor as características da dor permite saber se há maior comprometimento de nervos, músculos, articulações ou vasos sanguíneos para justificar essa percepção de dor nas costas.

Também é importante sabermos o caminho da dor, se ela fica em um local específico ou se irradia para outras partes dos corpo!

FREQUÊNCIA:
- é a primeira vez que você tem essa dor?
- a dor é constante, permanece igual ao longo do dia e da noite?
- é uma dor antiga, que as vezes trava?
- é uma dor que só aparece a noite?
- é uma dor pior de manhã e que melhora ao longo do dia?


Vamos começar o tratamento depois de entendermos a sua dor!
Mas lembre-se que quando você também entende porquê dói, você se torna o principal coadjuvante do tratamento. Clica aqui para saber mais sobre como entender a sua dor.





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